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sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

O Beijo da Discórdia


O Ministério da Saúde vem veiculando uma "peça publicitária" em que uma pessoa com Aids beija outra pessoa "sadia", incentivando o relacionamento seguro entre portadores do vírus HIV e não-infectados. Médicos iniciaram a discussão afirmando que durante o beijo é SIM possível que haja tal transmissão, não pela saliva mas por qualquer machucado minúsculo na boca. O problema parece ser a população menos instruída que também recebe o reclame pela TV e pode entender que o relacionamento com quem tem AIDS está liberado, não há mais riscos. Fato é que muita gente está se contaminando diariamente não com beijos, mas por não usar camisinha, por mais veiculado que seja. Parece que a tendência é que a doença continue se espalhando, infelizmente.

sexta-feira, 27 de março de 2009

OVULO. LOGO, PENSO.



Não que os homens não pensem. De forma nenhuma. Mas eles não têm um óvulo pra tomar conta todo mês, uma espécie de tamagoshi natural potencialmente fecundável. Tem as que exigem o uso de camisinha e daí, ufa, o óvulo está a salvo de qualquer "inimigo". Tem as que não usam, mas tomam pílulas ou injeções, o que dá na mesma: nada de bebezinhos não desejados, mas as doenças estão lá, pulando de alegria porque vão conseguir entrar na avenida e desfilar nesse carnaval. Li um dia desses uma reportagem sobre essas pesquisas realizadas pela Univesidade Comunal de Madagascar que comprova que o esperma deixa a mulher mais feliz; de alguma forma ele é absorvido pela parede vaginal e "tchanan" , a mulher recebe um bombardeio de hormônios que estão no sêmem. Ou, seja, se você faz uso da camisinha, mulher, você não está querendo ser feliz, entende? Mas há felicidade possível se a dúvida imediata ao ato é: peguei algum troço desse cara ou não? Bom, parecia limpinho e cheiroso e não tinha nenhuma verruga, mas... Mas o quê, amiga? Agora, literalmente, f*! Você f* e se f* também por tabela!

Voltando ao nosso amigo óvulo, ele não pára de dar problemas só porque não foi fecundado. Ele inicia seu processo de sair do seu corpo e, como está muito triste porque não cumpriu com sua função primordial, faz questão de desregular todos os nossos hormônios femininos. O martírio só acaba quando você fica menstruada. Para as mais cuidadosas é "ufa, essa dor é uma droga, mas pelo menos não vou agredir mais as pessoas na fila do banco!". Para as descuidadas é "Ufa, não estou grávida e dane-se se agredi pessoas na fila do banco!". Daí logo vem um outro amigo óvulo e começa a infernizar nossa vida e nosso mês novamente. É o ciclo da vida! Ainda bem! Já pensaram o que seria das mulheres se não ovulassem? Seriam homens! Ou gays, sei lá!